segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Engordei e inchei ou o quê?

Começando a engordar...



Aí o médico disse que não era do remédio que ele passou e continuei tomando...
Ansiedade, muita fome, retenção de líquidos...
Olha no que deu:



Neste dia, festa de Confraternização para nós, Calouros de Sociologia da FESPSP- ESP,
mal podia andar e não curti a festa, o samba como queria...
Mas estava lá!
Sei que vou conseguir voltar ao meu peso e corpo desejado.
Se consegui das outras vezes, porque não conseguiria agora?
Ah! O remédio?
Esse o médico suspendeu quando me viu (babaca). E passou outro.
Poderia ter me poupado desta, não?

Engordei e inchei ou o quê?

Bon Jovi - Always



Texto que recebi hoje por email da
Amiga

ISABEL LEPSCH


"Creio que um de nossos maiores ERROS
pode ser o de TROCAR o que mais se DESEJA na vida
por aquilo que mais DESEJAMOS NUM CERTO MOMENTO!
E fiquei a sobre as PERDAS de nossas vidas....
Inevitável não te-las....
A MORTE, por exemplo,
é uma perda inexorável,
e que baterá à porta de todos!...
Mas há também as PERDAS OPCIONAIS
OU IRRACIONAIS!...
PERDAS que escolho deliberadamente
OU INFANTILMNENTE,SEM PENSAR,
SÓ PELO IMPULSO E DESEJO PASSIONAL!

MAS HÁ PERDAS QUE SÃO DE DEUS:
Por exemplo:
Uma mulher que escolhe ser MÃE,
escolhe também PERDER a forma original de seu corpo,
escolhe PERDER horas de sono,
escolhe PERDER maior independência em seu cotidiano...
MAS PERDE PELO AMOR QUE SE DÁ...
AMOR DE MÃE NÃO TEM PREÇO! É ÚNICO E ESPECIAL!
Agora:
O homem ou a mulher que escolhem
se CASAR OU JUNTAR,
escolhem PERDER O QUE?
ORA,É CLARO QUE AS
NOVAS OPORTUNIDADES DE RELACIONAMENTOS!
Como certa vez afirmou Ed René Kivitz:
“Quando um homem/mulher diz SIM para uma pessoa,
está dizendo NÃO PARA TODAS AS OUTRAS!!"
Quando escolhemos AMAR,
escolhemos também PERDER...
PARA O BEM OU PARA O MAL...
POIS,
SE FOR O AMOR DE DEUS ,
INCONDICIONAL
E ABERTO À TODOS,
AÍ PERDEMOS PARA GANHAR!
GANHAR PARA NÓS MESMAS
E TAMBÉM PARA NOSSOS ENTES QUERIDOS
E PARA NOSSO PRÓXIMO!
É BOM...É DOAÇÃO! É DE DEUS!...

MAS SE FOR O AMOR PASSIONAL E CARNAL,
PERDERÁ PARA PERDER PARA SEMPRE
E ASSIM APRENDE PELA ESTRADA MAIS ESCURA
ONDE SE FERE,FICA COM PÉS CALEJADOS,
E APRENDE ENTÃO PELA DOR!!"

"Essa é também a LEI DE AMOR!!...
PERDAS CONSENTIDAS!!!.. .
Por isto que:
Gosto da sensibilidade dos poetas.
Percebo que muitas vezes os mesmos
que desenham com palavras
a nossa arquietura interior...
e impressiono-me com citações sobre PERDAS...
Como a de Florbela que assim nos diz:
“Que eu saiba me perder para então me encontrar”
Gosto muito também do que disse Clarice Lispector
quando afirmou que:
“se perder também é caminho!!...”
Nos perder para nos encontrarmos...
saber que há caminhos de PERDAS
que necessariamente serão trilhados...
é assim que seguimos ou prosseguimos...
nos perdendo e perdendo...
e TAMBÉM nos encontrando e encontrando...
POIS ,INFELIZMENTE,GERALMENTE,
APRENDEMOS PELA DOR SUFOCANTE
QUE LEVA AO ARREPENDIMENTO,CEDO OU TARDE!!
PRINCIPALMENTE MULHER QUE GOSTA DE SOFRER!!
E assim prosseguimos...
VIVENDO ENTRE PERDAS E GANHOS!!"...

(trechos selecionados de uma palestra q participei de 1 terapeuta de família.)

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Festa de Confraternização dos Calouros de Sociologia Política da FESPSP- ESP

Semana de Festividades da FESPSP- ESP
Para os Calouros de 2011 da Escola de Sociologia Política
Centro Acadêmico































Olá, Pessoas! Agora sem me encontrei!


Gente, valeu este tempo todo sem postar uma só linha.

Estou enfim na minha tão sonhada FACULDADE DE SOCIOLOGIA POLÍTICA.
As matérias, os professores, os novos colegas e amigos de sala de aula e de outras turmas e de barzinho depois das aulas.... Tudo é muito maravilhoso para mim.
Vou postar fotos da Festa dos Calouros e do dia-a-dia na facul. aqui logo.
Só digo uma coisa exclusão nunca mais!
Bjs***

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Hoje posso afirmar: Sou Uma Excluída!






Essa aí acima sou Eu!

(a excluída)
Escreverei meu caso lá no final.

O Texto Retirado da:

Revista Nova



A armadilha de se sentir uma excluída social
Se na sua cabeça a vida só vai ficar boa de verdade quando conseguir colocar silicone, fazer aquele comentado tratamento anticelulite, exibir um iPhone ou BlackBerry ou desfilar de vestido novo em cada festa, cuidado. Talvez seja vítima de uma armadilha dos tempos modernos: o medo da exclusão social.









Cena 1: Você passa no shopping e bate o olho numa bolsa ma-ra-vi-lho-sa. "Com uma dessas, ficaria muito mais chique. E os outros até me olhariam de forma diferente. Minha vida poderia mesmo mudar", pensa. Problema: custa uma pequena fortuna. Sentindo-se a última das criaturas por não poder nem pensar em sacar o cartão de crédito da carteira, vai embora deprimida.
Cena 2: Você está vendo tevê, mais precisamente uma cena da novela com atrizes lindas, quando chega à conclusão de que precisa investir numa cirurgia plástica. Quer colocar alguns mililitros de silicone nos seios e ainda arrematar o pacote completo de tratamentos de uma clínica de estética badalada. Só assim será possível, finalmente, ser mais realizada e querida.
Qual mulher não se identifica com uma das situações acima? Ou, talvez, com as duas? Qualquer uma de nós pode se sentir um peixe fora d’água por não preencher esse ou aquele quesito da vida perfeita, ditada pela realidade atual. Mais pobre, mais feia, mais gorda que todo o resto da humanidade... "Hoje, vivemos imersos num mundo de imagens", explica a filósofa e terapeuta Regina Favre, coordenadora do Laboratório do Processo Formativo, em São Paulo. Ou seja, somos bombardeadas com cenas de sucesso e de felicidade. Então, registramos de alguma forma que, para não acabar excluídas socialmente, precisamos ser magras, mas com um bom recheio no sutiã. Também antenadas e donas do celular e laptop de último tipo. Com uma profusão de amigos no Orkut, além de um visual que impressione dos pés à cabeça - namorado e carro idem. Precisamos ir aos barzinhos mais badalados e à academia mais bem frequentada, viajar para os destinos considerados da moda, ser seguidas pelo Twitter... Enfim, a lista de "obrigações" é enooorme e não para de crescer. Pior: fica praticamente impossível cumpri-la. Pronto, é assim que caímos nessa armadilha dos tempos modernos.
 
Tem cilada por trás da aparência
Tanta cobrança por parecer mais rica, mais descolada, mais bonita vira um tiro na autoestima. Em primeiro lugar, impede que você se aceite tal como é. Segundo? Passa a se sentir inadequada e até evita conviver com quem derruba seu ibope, deixando de ir à festa da amiga por não ter um carro bacana como os outros convidados. Ou não vai à praia por vergonha do bumbum 10 centímetros mais rechonchudo que o das gatinhas da areia. Resultado: pode amargar uma triste solidão. O fantasma da exclusão social faz ainda com que morra de medo de fracassar, envelhecer, não ser deslumbrante o bastante. Enfim, não ser capaz de estar sempre em alta na bolsa dos relacionamentos. "Se você não tiver estrutura para se defender, pode se tornar vítima desse bombardeio contínuo e acelerado", afirma Regina. E sofrerá com isso.
No filme Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, a personagem-título faz malabarismos com seus 12 cartões de crédito para levar o que vê pela frente. Como a própria diz, quando se enche de sacolas, "o mundo fica melhor". Ledo engano. "Assim que conquista o produto que parecia que a salvaria, aquilo não proporciona mais prazer e alívio, e ela fica ansiosa novamente. Aí parte para a oferta seguinte", alerta Regina. De fato, o mundo de Becky não demora a cair. Ela afunda numa dívida.
A compulsão por compras, que no filme ganha contornos engraçados e final feliz, é uma das perturbações que aparecem em quem não tem estrutura para aguentar tantas exigências. "Há chances de desenvolver distúrbios de ansiedade, como síndrome do pânico e transtornos alimentares. Em casos extremos, a vítima pode ter depressão ou até passar a abusar de álcool ou de drogas, segundo Regina, o que exige ajuda profissional.
Como se blindar contra a pressão
Realmente não dá para fingir que não existe um mundo de regras sociais a ser cumpridas. Por isso, a estratégia é conviver com elas de cabeça feita. Como faz a baiana Ludmilla de Moraes, 23 anos. A estagiária de serviço social se sentia mal por vestir manequim 42, enquanto todas à sua volta usavam 38. "Como sou alto-astral, nunca deixei que essa diferença me impedisse de curtir festas e amigos. Mas me incomodava ser ‘a gordinha gente boa’." Ela garante que nunca enlouqueceu atrás de lipo, spa, chás e shakes emagrecedores, livros de dietas infalíveis ou qualquer solução mágica. Em vez disso, aprendeu a se valorizar. "Hoje uso 44 e é lógico que gostaria de voltar ao meu 42. Ainda assim, gosto de mim do jeito que sou: gordinha, fofinha, fortinha, como queiram chamar. Não tento me enquadrar em padrões impostos."
Se você também se sente angustiada ou frustrada por não se achar tão bonita e não ter todas as coisas bacanas nem uma porção de amigos virtuais, pode tentar algumas medidas. Regina recomenda conversar consigo mesma. "E até anotar o que sonhou e comeu, aonde foi, o que comprou. Então, no fim do dia, pode olhar sua lista e refletir." Assim, entende melhor o que motiva cada uma de suas ações e toma as rédeas da própria vida. "A saída é o autoconhecimento", concorda a psicoterapeuta Carmen Cerqueira César, de São Paulo. "É preciso ver dentro de si o que tem de bom em vez de buscar desesperadamente satisfações externas." Além disso, Carmen aconselha manter vigília sobre os impulsos. Quer dizer, antes de marcar uma lipo ou se martirizar por não poder comprar aquele vestido caro, se perguntar: "Eu realmente quero isso?" Parece simples, mas funciona. "Com o tempo, você aprende a diferença entre objeto de consumo e objeto de desejo", diz Carmen. Descobre se ter a bolsa da vitrine é só um meio de agradar aos outros, para se sentir incluída, ou, de fato, um desejo seu. No segundo caso, até vale cogitar parcelar em dez vezes, por que não?
Elas já se sentiram assim
"Entrei em parafuso"
Paula Tobu, 22 anos, estudante de relações públicas, São Paulo, SP
"Já me considerei a mais feia e menos desejável do planeta! Tudo porque, aos 21 anos, engravidei. Antes, era modelo fotográfico e de eventos. Vivia na academia e fazia tudo pela beleza: de peelings a bronzeamento artificial. Tinha até colocado silicone aos 17 anos. Quando saí da maternidade, me olhei no espelho e quase enfartei. Meu cabelo estava um horror. Minha barriga parecia ainda de grávida! Um mês depois, provei uma calça 36, e só entrei na 42! Até chorei. Meu filho tinha só 1 mês quando comprei um pacote numa clínica estética com tudo quanto é tratamento. Estava neurótica. Aí vi que não conseguiria resultados mágicos e diminuí a frequência. Ao mesmo tempo, caiu a ficha de que estava dando mais atenção à estética que ao filho. Depois, não poderia fazer o tempo voltar para viver os momentos que estava perdendo. Hoje, o Pedro tem 1 ano e eu peso 49 quilos. Mesmo sem barriga chapada, me aceito como sou. Gosto de me cuidar, mas sem pânico. A maternidade me fez amadurecer. Precisei engravidar para entender que tem coisas mais importantes."
"Deixei de viver"
Edna Vieira, 35 anos, analista de suporte, Joinville, SC
"A sociedade nos cobra e a gente acaba se cobrando também. Então, põe na cabeça que tem de ser moderna, antenada, independente, com corpão e guarda-roupa renovado. Mas não é fácil. Isso tudo tem um custo, e ele é alto. Já deixei de sair com amigos por não ter a roupa mais fashion. Ou porque meu cabelo acordou revoltado. Ou ainda por me achar gorda. Até que uma amiga fez o alerta: ‘Você está deixando sua vida passar’. Repetiu mais de uma vez, porque me convidava para sair e eu arrumava desculpas como ‘Estou cansada’, ‘Preciso dormir’. Mesmo com a autoestimaembaixo, não concordei. Depois, fui percebendo que tinha razão. Há uns dois anos, em vez de me trancar e ficar curtindo deprê, comecei a fazer as coisas do meu modo. Se desejar mesmo conhecer o restaurante novo sobre o qual todo mundo está falando, vou e não peço prato caro. Ao bar do momento? Combino com as amigas e rachamos a gasolina e a conta. E, se for preciso repetir a mesma roupa em outra balada, repito. Não vou deixar de curtir a vida por causa desse detalhe."


Escrevendo (eu):


Para começar, não tenho pretensões em possuir nenhuma bolsa que custe "uma pequena fortuna" e nem muito menos possui mais cartões de crédito.
(Detalhe: Estou com meu nome sujo, devendo à banco, cartões de crédito e etc.)
Nunca quis colocar silicone!
Gosto dos meus seio assim como estão.
A idade vem e eles caem mesmo. É com todas que isso acontece.
Eu pelo menos amamentei e acho que isso contribuiu para que não caíssem tanto.
Pretendo sim, na rede do SUS, fazer um "reparo" na cicatriz de três cirurgia de cesária que fiz, a 1ª em maio de 1980, a 2ª em Março de 1982 e a última em Julho de 1983. Só isso! Mas tentarei quando puder e minhas condições de saúdes assim permitirem, fazê-la no HC da FMUSP.
Ah, mas isso não é o caso, agora.
Quero escrever aqui sofre a minha DESISTÊNCIA DA TENTATIVA DE ME PREPARAR DIGNAMENTE PARA O INGRESSO EM UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA.
Prestem atenção, por favor!
Me inscrevi em um Cursinho Pré Vestibular, o já tão conhecido CURSINHO HENFIL (ponto.org ponto.br)
OBS) "ORG": Organização Não Governamental.
E que, segundo eles de lá do "Henfil", é sem fins lucrativos, que o pequeno valor que se pagar é apenas para cobrir o material: apostilas, 13 DVD's e uma revistas lá.
Só que na prática a verdade é bem outra! Se você precisa de uma determinada apostila e a sua mensalidade ainda nem venceu, no decorrer do curso, você fica sem e o pior, é avisada na frente de todos na secretaria, não importando o número de pessoas presente que você está devendo e por isso não pode retirar o material.
No meu caso, eu estava, que fique claro aqui, eu estava, estudando no Henfil, Unidade Paulista, que, obviamente fica na Av. Paulista, São Paulo, Capital.
Comecei estudado apenas aos sábados, um horário que ia de 13:00h às 20:00h, quando não havia aula pela manhã de inglês e Redação ou do ENEM.
Depois fui para o noturno semanal, pois só um dia estava pouco para mim.
Caí de cama várias vezes, sendo entre duas ou três vezes sendo hospitalizada (claro que em hospitais públicos, pois já se vai longe o tempo em que tinha plano de saúde).
Quando melhorei, chegaram as férias de Julho.
No reinício do curso, vi que não ia conseguir pagar as mensalidades do curso semanal, voltei para o sábado, porque este último é menos da metade do valor do semanal.
Faltei mais de 80% das aulas, sinceramente.
Sempre por, ou não ter dinheiro das passagens, ou estar debilitada, aí quando consegui meu passe livre para portador de doenças cronicas (no meu caso, o Lúpus e o Transtorno Bipolar Emotivo Leve), não ia pois não havia comido nada o dia todo e não iria comer, pois não tinha nada em casa para levar e nem muito menos dinheiro para comprar lanche lá ou nas proximidades.
Enfim, não deu para mim mesmo!
Pedi inúmeras vezes uma bolsa, um desconto, contei minha história até a "Presidente de Honra" do Cursinho Henfil. Qual nada! Nem um "nãozinho" que fosse, simplesmente este fez e outro fizeram que não receberam pedidos algum.
Cheguei a me oferecer para trabalhar lá, pois me sentiria útil, voltaria a trabalhar, mesmo que fosse apenas para pagar o curso e uma pequena ajuda de custo, para um lanche, enfim!
Nossa, com certeza isso iria se um "incentivão" (incentivo mais do que enorme) na minha alma e sei que quando a cabeça está legal, o corpo acompanha.
Mas também sofri "chacotas" por parte de um, dois professores... Um deles parou quando viu que comigo não dava para "certas brincadeiras", com o tempo, o outro também parou.
Sofri um certo BULLING por parte de alguns alunos e até de uns funcionários, pelo meu jeito despojado e minha maneira de ser, assim comunicativa, participativa nas aulas e super interessada em tudo que os professores ensinavam.
Amava estar lá, sentada aprendendo enquanto me divertia, pois os professores do Henfil realmente têm um Didática muito diferenciada, dão aulas como se estivessem uma peça teatral de "Comédia Em Pé", tipo estas "Terças Insanas", entendem?
Mas, vejam bem, brincando, eles ensinam muito e sem que a gente perceba, já absorveu tudinho e se sente como se já tivesse nascido conhecedor da matéria.No meu casa, foi maravilhoso, pois fazia mais de 20 anos que tinha parado de estudar, quando concluí um curso de formação de professores de ensino fundamental...
Como eu amava estudar!
Este ano, perdi.
Recomeço ano que vem.
Tenho fé de que irei conseguir entrar para uma Federal!
No próximo dia 8 de Novembro, estarei prestando concurso na FESPSP (Fundação Escola de Sociologia Política de São Paulo). Idéia do meu marido (companheiro- não gosto de chamá-lo "marido").
Ele me inscreveu, pagou os R$20,00 de inscrição para o exame....
Agora estou tentando um acordo junto ao Cursinho Henfil que nem 80% do devo eu estudei.
Eles poderiam ter me dado um emprego! Sou hápta para os trabalhos que tem lá e/ou me darem uma bolsa.
Mas não!
Agora, digo, "indagorinha", estava lendo num blog deles: http://www.blog.novoenem.org.br/ o Sr. Mateus Prado fazendo suas críticas às plataformas de governos dos então candidatos à Presidência da República sobre verba para o ensino público...
Não tenho tempo a perder com estes caras-de-pau não.
EU NÃO!
Vou por aqui, na internet, pesquisando aqui e acolá, achando um monte de gente boa que na maioria das vezes, até anônimamente, disponibilizam rico material de estudo, seja para baixar, para assistir no You Tube ou em seus blogs e sites abertos para quem quiser aprender.
É isso aí!

Confira o mapa do IDH


linkDesigualdade de gêneros atravanca desenvolvimento humano, diz ONU

04/11/2010- Jornal O Estado de São Paulo Online

Apesar do crescimento, o País ainda apresenta traços importantes de desigualdade tanto de gênero quanto social. No documento deste ano, o Brasil passa a ocupar a 73ª colocação, desempenho suficiente para que integre grupo de países de desenvolvimento humano elevado. O índice analisa indicadores de desempenho de países em três áreas: saúde, educação e rendimento. Este ano, indicadores usados e a forma de cálculo para chegar ao índice mudaram. A escala, no entanto, permanece: varia de 0 a 1. Quanto mais próxima de um, melhor a situação do país.

O Brasil alcançou índice 0,699. Noruega, a primeira colocada, 0,938. O pior indicador foi do Zimbábue: 0,140. São quatro classificações: o grupo com nota mais alta é classificado como de desenvolvimento humano muito elevado. Em seguida, vêm os de desenvolvimento humano elevado, os de desenvolvimento humano médio e, por fim, os de desenvolvimento humano baixo. A mudança ocorre no aniversário de 20 anos do relatório. "Os critérios de desenvolvimento humano mudam.

A ideia foi usar indicadores mais sensíveis a essas mudanças", explica o economista Flávio Comim, do Pnud. A alteração deste ano fez com que índices de vários países, incluindo o Brasil, despencassem em relação ao ano passado. "Mas esses são números que não podem ser comparados. A metodologia é outra, o padrão é outro. É como se estivéssemos usando uma nova régua", compara Comim.

Para poder fazer um acompanhamento histórico, integrantes do programa calcularam o IDH do Brasil da última década seguindo a nova metodologia. "São esses números que podem ser confrontados. E, por esse aspecto, o Brasil cresceu bastante." O salto do Brasil se deve ao desempenho apresentado nas taxas de expectativa de vida, renda e escolaridade média de pessoas com mais de 25 anos.

Esperança de vida

A esperança de vida do brasileiro é de 72,9 anos. A média de anos estudados de pessoas com mais de 25 anos está em 7,2. Já o rendimento nacional bruto é US$ 10.607. "O País cresceu de forma harmônica, em várias áreas. Não foi algo pontual", analisa Comim. Para ele, isso é que contribuiu para o desempenho nacional apresentado este ano fosse significativamente maior do que em 2009.

O que ainda amarra a colocação nacional é a qualidade da educação, avaliada pelo novo índice "anos de estudo esperados"', uma espécie de expectativa de vida educacional. Ao longo dos últimos cinco anos, o número de anos escolares esperado caiu de 14,5 para 13,8.

Apesar da evolução durante o ano, o Brasil continua a exibir um IDH menor do que a média da América Latina e Caribe, que é de 0,704. A comparação com alguns países vizinhos também é desfavorável. A estimativa é de que um brasileiro viva menos 5,9 anos, tenha média de escolaridade 2,5 anos menor e consuma 28% menos do que uma pessoa nascida no Chile, o 45º no ranking.

Argentina, Uruguai, Panamá, México, Costa Rica, Peru também apresentam melhor classificação: 46º, 52º, 54º, 56º, 62º e 63º, respectivamente.

Ao longo da década, o Brasil apresentou um crescimento médio anual de 0,73% no IDH. Um ritmo considerado muito bom. Mas, entre grupo de países de alto desenvolvimento humano, há exemplos de velocidade significativamente maior.

Casaquistão, por exemplo, cresceu 1,51% e Azerbaijão, 1,77%. A Romênia, com ritmo de crescimento de 1,06%, estampa a diferença que tal índice pode provocar. Em 2005, o país dividia com Brasil a mesma colocação. Agora, ele ocupa o 50º lugar no ranking, 22 a frente, portanto, do Brasil.

Índices

Na edição deste ano do relatório, o PNUD lançou três índices. Um deles, o Índice de Desenvolvimento Humano ajustado à Desigualdade, em vez de considerar apenas a média dos indicadores, pesa também a forma como é feita a distribuição dos recursos, seja na saúde, na educação ou no rendimento. Quanto maior a desigualdade, maior a perda que país apresenta ria na classificação geral.

Caso tal índice fosse levado em consideração, o Brasil teria uma classificação 15 posições mais baixas do que a alcançada no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). As desigualdades levariam a uma perda de 27,2% no índice geral. A nota cairia de 0,699 para 0,509.

De acordo com novo indicador, a maior desigualdade no Brasil é registrada no rendimento: a perda provocada pelas diferenças nesta área seria de 37,6%. Em segundo lugar, vem a educação, com perda de 25,7%. O menor impacto foi registrado na área da saúde: 16,5%. Os números do relatório, no entanto, mostram que a desigualdade, embora marcante no Brasil, vem caindo na última década.

Caso o IDHD fosse aplicado em 2000, a perda do Brasil seria de 31%. Em 2005, esse índice cairia para 28,5%.

O ranking de desigualdade foi preparado a partir de microdados. Eles permitem uma avaliação mais detalhadas, mas têm um inconveniente: nem todos os países têm informações necessárias. A saída foi reduzir o número de países analisados. Trinta dos 169 países que participaram do IDH ficaram de fora no IDHD por falta de dados.

O segundo novo índice preparado pelo Programa das Nações Unidas mostra que 8,5% da população brasileira sofre vários reflexos da pobreza de forma simultânea, como deficiências na saúde, educação, dificuldades de acesso a serviços de água e esgoto, eletricidade. É a chamada pobreza multidimensional. "As privações se sobrepõem. A ideia do índice foi verificar a frequência e intensidade dos problemas vividos pela parcela mais pobre da sociedade", explica Comim.

O Índice de Pobreza Dimensional (IPM), como foi batizado, varia de zero a um. Quanto mais próximo de um, pior a situação do País. Nesta primeira edição, o índice do Brasil foi de 0,039. "Um valor baixo, em termos internacionais", afirma Isabel Pereira, integrante da equipe que preparou o relatório. Níger, por exemplo, tem 0,642.

O resultado brasileiro, no entanto, é 2,6 vezes maior do que o mexicano e 3,5 maior do que o argentino.

De acordo com esse novo índice, a maior pobreza encontra-se na área da educação: 20,2% das famílias trazem privações nessa área. Em segundo lugar, vem a saúde: 5,2%. O padrão de vida vem em último lugar, com 2,8%.

O terceiro índice preparado pelo PNUD avalia a desigualdade de gênero, o IDG. A desigualdade apresentada nesta área também levaria o Brasil a cair na classificação geral. Em vez do 73º lugar, ele passaria a ocupar o 80º. A nova ferramenta do PNUD para avaliar a desigualdade é feita a partir de cinco indicadores, distribuídos em três dimensões: saúde reprodutiva, "empoderamento" e mercado de trabalho.

Desses quesitos, taxa de mortalidade materna e fertilidade na adolescência são os que mais pesam para a queda de classificação no Brasil.

Em seguida, vem a participação política. Os índices mostram que 110 mulheres a cada 100 mil nascidos vivos morrem em decorrência de complicações do parto. Um índice 18 vezes maior do que o primeiro colocado no Índice de Desigualdade de Gênero, Países Baixos: 6 mortes. A enorme diferença se repete nas taxas de fertilidade entre adolescentes. A cada 100 mil mulheres com idade entre 15 e 19 anos, 75,6 engravidam no Brasil. Número 19,8 vezes maior do que o registrado nos Países Baixos: 3,8.

Um único aspecto o Brasil mostra uma desigualdade em favor das mulheres: a taxa de escolaridade. "Há um porcentual maior de mulheres que completaram o ensino secundário. Mas isso não se reflete na taxa de participação de força laboral", afirma Comim.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

São Só Palavras...

***Por favor , ligue o som ao lado sim!


E como bem diz a cantara, São Só Palavras...

Nem sei se alguém um dia lerá isso aqui.
Não sei bem se quero que leiam...O certo é que preciso escrever e, de alguma forma,
ser responda, assim como necessito falar com alguém D E S E S P E R A D A M E N T E!
Tem alguém aí do outro lado???
Por favor me respondam!
Estou à beira do abismo e não quero cair!
Mas sinto que vou!
Alguém me ouve?

Se me pinto,
Se arrumo...
de que adianta?
não consigo me mexer!
....
Palavras nunca falaram nada mesmo!
Não! Isso nunca funcionou comigo.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

...o acordar

Pois é...

"Stop bothering me by"














volta e meia
meia volta

VOU VER!
E ainda está você
me fazendo não esquecer
que precisa me descartar

volta e meia
meia volta
VOU VER!

VOU VER!
se você irá chorar
quando se der conta

que não estou por aqui
nem ali
nem acolá
 de arco lá
nem sem arco cá
Sei vou chorar
estou chorando
chovendo
sangre invertido
controvertido
inventado
demasiado
contintindo
lágrima
e
sangue
sangue
e
lágrima
desgraçadamente
SANGRANDO ARDENDO
E ANDANDO

VOU CHORAR!
 ao ver que tudo
 tudotudotudo
 não foi nada
 não
 nem bolinha de sabão
 e eu, tola, choro.
 pior!
 deixo você ver
eu  chorar 
filho da puta!
 não vê que tá me fazendo sangrar?
sangro
sangro
sangro
filha da puta
 que sou
que amo
 que vivo
não vivo
sem
você
sem você

tá entendendo?

oh:

EU
NÃO
VIVO!

sou morta viva
desde
dezembro
passado!

ai, que desgraça que sou!
que idiota que fui!
que engano
esta minha vidinha de nada...
desgraçada mãe sem filhas
filha sem mÃE
do lar que não tem lar
companheira
ficante
parceira
participante
que não participa
nunca o fez
que sina
que situação!
sem cena
me ensina
a ser gelo

 estou ficando louca
puta
 mais puta
 comigo
 com você
 sem mim
comigo
amiga sem amigo

TÔ PUTA

no sentido mais duro destas palavras!

caraLHO!

porque a vaca da minha mÃE me parIU?
nadica de nada
sai fora!
 se manda!
abre espaço!
desocupa este lugar
 que não é seu
 nunca foi
vai á merda!
sua merdinha

 E eu vou,
sei que vou
tô indo
acho que já fui